| La Fiorentina - 15/01/02016 |
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Meus 36 anos
sábado, 7 de novembro de 2015
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Picture
Quanto (?) entre hoje e a última postagem... Pensei em escrever a palavra "tempo", mas é mais que tempo. É mais que lugar também. Metros, kilômetros, ondas. É muito seja lá o que quer que seja.
O mais engraçado é que confio em Aristóteles. E tudo o que é muito é também pouco. Se você anda muito, um dia, de tanto andar, chegará no mesmo lugar onde de partiu. Então, eu olho e vejo que esse muito nem é tão muito assim. Eu me afasto e me aproximo. Vou e vejo que nunca fui. Sem que nada seja diferente, tudo parece novo às vezes.
Muita gente tem reclamado de que eu me exponho muito no meu blog de crítica. Talvez pela falta desse. Quem sabe voltando a escrever aqui, eu alivio um pouco a barra lá.
Mas duvido que muito tanto assim.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
domingo, 14 de dezembro de 2008
9
O nono mês parece eterno.
E o nono dia parece ter começado bem mal.
Já tou olhando para o décimo dia. Mas querendo que o fosse uma segunda versão do primeiro. Não desse último primeiro, mas de um primeiro de nove meses atrás.
Mas tenho que me concentrar no décimo. E aceitar isso.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
terça-feira, 27 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Non, je ne regrette rien
Non, je ne regrette rien
Charles Dumont / Michel Vaucaire / Edith Piaf
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien!
Ni le bien qu'on m'a fait,
ni le mal;
tout ça m'est bien egal!
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien!
C'est payé,
balayé,
oublié.
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
j'ai allumé le feu!
Mes chagrins, mes plaisirs,
je n'ai plus besoin d'eux!
Balayés les amours
avec leurs trémolos,
balayer pour toujours!
Je repars à zéro.
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien!
Ni le bien qu'on m'a fait,
ni le mal;
tout ça m'est bien egal!
Non, rien de rien,
non, je ne regrette rien!
Car ma vie,
car me joies
aujourd'hui
ça commence avec toi!
Não, De Jeito Nenhum
Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Nem o bem que me fizeram,
Nem o mal, tudo me parece igual
Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Está pago, varrido, esquecido
Eu estou farta do passado
Com minhas lembranças,
Eu alimentei o fogo
Minhas aflições, meus prazeres
Eu não preciso mais deles
Varri meus amores
Junto a seus aborrecimentos
Varri por todo dia
Eu volto ao zero
Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Nem o bem que me fizeram,
Nem o mal, tudo me parece igual
Não, de jeito nenhum
Não, eu não me arrependo de nada
Minha vida, Minhas jóias
Hoje
Começa com você
terça-feira, 9 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
perdi...
Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci
sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Pinóquio saiu de lá achando que tinha a solução ideal.
Algumas semanas depois, Gepetto viu Pinóquio andando todo feliz pela cidade perguntou:
- Como vai a namorada?
Resposta do Pinóquio:
terça-feira, 25 de setembro de 2007

Aulas no CRAV recomeçam. Nem acredito que é o último trimestre do ano, do segundo ano. Daqui a pouco já estaremos no fim. E recém começou. Tantas coisas aconteceram comigo nesses dois anos. Tantas mudanças na minha vida que as vezes é como se eu já não soubesse quem eu sou.
Tou muito carente as vezes. Tou frio pra caramba as vezes também. Me sinto só e odeio isso de noite. E passo o dia fugindo de todo mundo querendo um pouco de paz.
Acho que me transformei numa garrafa... Daquelas das antigas que se tinha que levar pro buteco pra servir de casco. Dependendo do conteúdo, eu mudo de cor, de temperatura, de gosto. E o conteúdo tem mudado tão rapidamente que minha cabeça parece que vai explodir antes do ano novo.
Enfim, tem muita gente que bebe champagne em outras datas qeu não o reveillon. Tem muita gente no mundo. Gente pra tudo. Graças a sei lá quem, que não eu! rsrsrsrsrs
Intervalo terminou e lá vou eu: História da Televisão Brasileira. Garrafinha pronta pra ser enchida.
iupi!
:@
segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Fazia muito tempo que meus olhos já não doíam, mas, mesmo assim, eu resistia em olhar para o sol. Me disseram a vida toda que não se deve mesmo fazê-lo porque corrompe a visão, modifica as cores e não leva a nada porque nada se enxerga. Contudo, eu percebi, dias pra cá, que há um motivo para que milhões de girassóis em volta do mundo gastassem todas as horas dos seus dias simplesmente encarando o sol de frente: refletir luz.
Há milhões de girassóis no mundo e todos eles são quase iguais. Há apenas um único sol, que é diferente e superior a tudo quanto no mundo há. Agora fica a pergunta? Será que o sol não é o sol por causa dos milhões de girassóis que refletem a sua luz diariamente? Se apagássemos os girassóis, será que o sol não deixaria de brilhar?
Gostei de entrar na dança das flores e não deixar a luz apagar. O mundo tem sido muito divertido nessa ousadia de encarar quem é maior na certeza de que assim também se é grande.
Beijos aos meus amigos amarelos que tenho encontrado aqui e ali dos jeitos mais iluminados possíveis.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
ARTE FAZ MAL

Queridos amigos,
pessoas a quem quero bem,
A Bienal começou. O Porto Alegre em Cena está quase aí. A temporada de filmes para o inverno inicia com a chegada do outono no hemisfério norte. E o que venho sugerir é que NÃO participem de nenhum desses eventos. ARTE faz mal.
A gente vê estrelas em dias nublados. Nuances de cinza em tabuleiro de xadrez. Bolhas de gás
Palavras prendem e vocês se acostumarão com as essas amarras: nós profundos de Hilda Hilst, Saramago e Caio F. Universos paralelos, beijos pesados, molhados, crueldade de Frida Kahlo, solidão de Hooper, paz de Monet, liberdade de Picasso. Luz. Inspiração. Você se torna cambaleante numa mala de dores leves e pesadas, gritantes e discretas como numa dança muda no gelo, quando você cai mas não se machuca... Teu cabelo muda de cor, teu coração gira, teu sangue pulsa, pulsa e se acalma ouvindo um lamento de Chopin, um murmúrio de Belle & Sebastian, um tom de Elis. Histórias de um mundo que só você vê. Tchaikovsky. Calcanhoto. Assasssinas, os Mamonas ones.
Amigos, se ouvirem falar
...eu.
________________SUGESTÃO: Brilho eterno de uma mente sem lembranças.







